Pesca Desportiva: À Procura do Atlântico
À volta da Terceira, o fundo do mar desce rapidamente para grandes profundidades.
Para quem gosta de pesca desportiva, isso permite passar da pesca junto à costa para a verdadeira pesca oceânica.
Durante a época adequada, as águas açorianas recebem grandes espécies pelágicas, entre elas atuns e espadins.
Há dias em que se navega durante horas sem acontecer praticamente nada.
Depois, subitamente, uma linha dispara.
É essa imprevisibilidade que faz parte da experiência.
Mas nem toda a pesca na Terceira é à procura de gigantes.
Há também dias de pesca costeira, com equipamento mais leve e capturas muito mais modestas.
Talvez sejam precisamente esses dias, com o mar tranquilo e a ilha por perto, que melhor mostram o prazer simples de pescar no Atlântico.
Na pesca desportiva moderna de grandes exemplares existe também uma crescente prática de captura e libertação.
A fotografia fica. A história também.
O peixe continua o seu caminho.
Mesmo que o grande peixe não apareça, uma saída de pesca permite descobrir outra perspetiva da ilha.
Pescar não é apenas esperar pelo que está debaixo de água. É entrar, por algumas horas, no verdadeiro Atlântico.
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